domingo, 27 de janeiro de 2008

Afinal, o mundo é plano ou não?

O mundo, que já se pensou ser quadrado e depois se descobriu redondo, ultimamente anda achatado! Quem não se lembra do livro do jornalista americano Thomas Friedman “O Mundo é Plano”? E a estimativa das 400 mil declarações de imposto de renda de americanos processadas na Índia? Ou então o homesourcing da JetBlue, que segundo o livro empregava 400 atendentes que trabalham desde suas casas?


Não há a menor dúvida de que a forma de fazer negócios e até mesmo a forma de viver a vida vem mudando bastante. E sempre mudou! Só que estas mudanças ocorrem a uma velocidade cada vez maior, proporcionadas por avanços tecnológicos e impulsionadas pela necessidade das empresas em obterem maiores e melhores resultados. E nós, que vivemos nessa situação de trocar a turbina do avião em pleno vôo, temos que desenvolver novas habilidades, necessárias para assimilar as mudanças e fazer bom uso delas (num próximo post acho que vou falar um pouco sobre as “Ondas de Mudanças” do escritor e futurólogo Alvin Toffler)

Mas voltando para o mundo plano, o fato é que agora andam dizendo que ele não é plano!

Para Pankaj Ghemawat, professor de Estratégia Global na IESE Business School e professor de Administração de Empresas na Harvard Business School, o mundo não é plano. Segundo ele, o livro de Friedman é apenas um esboço do que pode vir a acontecer um dia.


Pankaj que acaba de publicar no Brasil o seu livro “Redefinindo Estratégia Global” acredita que serão necessários pelo menos mais uns 30 anos para que as diferenças que impedem o processo de achatamento do mundo sejam finalmente superadas.

Se você já leu o primeiro livro, então vale à pena ler o segundo. E se ainda não leu nenhum, então aproveite e leia os dois!

2 comentários:

Anderson de Andrade | A2C disse...

Parabéns Michel, nasceu o seu blog... abs

News From Africa disse...

Grande Michel, muito bom o conteúdo e a fluidez do teu texto! Adorei as dicas de leitura e já vou começar a procurá-los nas livrarias aqui da África.
grande abraço!